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A comunicação de uma empresa precisa estar em sintonia com seu propósito e expressada em uma linguagem clara e com identidade visual uniforme. Assim ela reverbera de forma coerente aos ouvidos e olhos de quem acompanha seu desenvolvimento. É preciso verdade no que se propõe a fazer. Isto não é novidade alguma no mercado.

De que adiantaria propagar preocupação com funcionários se a insatisfação pode estar exposta em plataformas que avaliam o ambiente corporativo? Antes escutava-se evidências de dissonâncias no “boca a boca”, uma conversa no transporte público, uma reclamação desabonadora com amigos, ou fofocas na “rádio corredor”.

Nos dias de hoje, as reclamações estão expostas nas redes sociais com potencial enorme de viralização. Máscaras são retiradas e a sustentação de posicionamentos inconsistentes se torna cada vez mais frágil. O ativismo digital está presente na patrulha de atitudes de pessoas e empresas e mostra-se implacável. O que por um lado é bom.

Entretanto, tal patrulhamento pode incitar julgamentos precipitados, com intenções nem sempre proativas e encorajar acusações nocivas para as empresas destruindo reputações, emoções e finanças. Tendo em vista estes riscos que pessoas e empresas enfrentam diante de cancelamentos e ativismo digital, nada mais sensato do que provocar uma conscientização sobre como se manifestar em mídias sociais de forma mais cuidadosa.

Neste sentido, a super exposição que se observa em mídias sociais e, sobretudo, os posicionamentos em pautas sensíveis, ultrapassam a fronteira do desejo de lacrar, expõem o que não é preciso expor, atraem pessoas mal intencionadas penetrando numa seara perigosa que envolve riscos emocionais, muitas vezes intransponíveis, financeiros e de reputação.

Familiares, sócios e gestores em empresas familiares, conselheiros em empresas familiares e profissionais de Governança Familiar precisam se atentar a necessidade de conversarem sobre o que se espera ou não que esteja exposto em mídias sociais, em nome da preservação da identidade familiar e do grupo ao qual estão ligados.

O Código de Conduta Digital traz exemplos práticos, cuidados a considerar e representa uma iniciativa voltada para auxiliar empresários, familiares e gestores a construirem uma estratégia de proteção diante de mal intencionados.

Da mesma forma que a comunicação da empresa precisa ser reconhecida em uma linguagem clara com uma identidade, a família e as pessoas que atuam na empresa também precisam ser reconhecidas como parte dela e, desta forma disseminar e transmitir os mesmos valores.

A linguagem pode e deve ser diferente, a autenticidade tem muito valor. Jovens se expressam de forma diferente de adultos e atingem públicos diferentes, mas a mensagem e a responsabilidade não podem estar negligenciadas.

O Objetivo do CCD é conscientizar, repensar e investigar a forma mais segura de interagir nos meios digitais. Compreender que fazem parte de um grupo familiar construído com esforço e transformar a identidade familiar em ativo, com respeito ao legado e proteção ao patrimônio construído é dever de acionistas, familiares, gestores e conselheiros das empresas.

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Publicado emArtigos

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