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Contudo, guardadas as devidas proporções, situações de conflito podem contribuir de forma positiva para o start em grandes transformações.

Vejamos o cenário.

Uma empresa familiar tradicional, comandada pela primeira geração, desprovida de um modelo de gestão com base na governança familiar, onde seus subordinados diretos ocupam cargos de gerência ou liderança, com algum grau de parentesco.

Como lidar quando o limite entre as relações familiares e os assuntos da empresa, se fundem em uma amálgama de sentimentos e reivindicações?

Quando os interesses pessoais interferem no fluxo das rotinas e na saúde financeira da empresa, é possível separar um direito de um desejo?

Nesta hora é preciso deixar o lirismo de lado e observar que até mesmo o amor entre pais e filhos, pode se transformar em grande problema para os negócios.

Não estou aqui pregando uma ditadura separatista (longe de mim), pelo contrário, mas no ambiente empresarial, a razão deve ser posta acima da emoção.

Se é difícil?

Muito, mas os interesses de todos devem estar acima de qualquer vontade ou pretensão a vantagens.

E o que fazer?

O primeiro passo está na mudança da mentalidade, seguido da adoção de um Protocolo Familiar transparente, onde as responsabilidades, normas e regras sejam obedecidas.

Este é um bom começo para a introdução das boas práticas da Governança Familiar em uma empresa.

Se você se visualizou dentro deste contexto, saiba eu e minha equipe estamos prontos para trabalhar estes pontos com a família empresária.

Com paciência, orientação profissional e boa vontade, os resultados acontecem.

Publicado emArtigos

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