Em agosto de 2020, os Emirados Árabes lançaram uma lei que visa proteger as riquezas das empresas familiares, visando sua competitividade e desenvolvimento econômico. Os três principais focos da estrutura legislativa é criar políticas que apoiem o desenvolvimento das empresas familiares, a coleta de dados sobre essa estrutura empresarial e a conscientização e incentivo à governança.

O ministro Al Marri diz que seu governo visa estabelecer uma série de caminhos para avançar e encorajar as empresas familiares e seus papéis na diversificação e crescimento da economia nacional.

O objetivo do projeto deve ser organizado e executado com a ajuda da Câmara de Comércio e Indústria de Dubai e do Conselho de Negócios Familiares – Golfo (FBC-Golfo), que anunciaram a assinatura de um memorando de entendimento, onde as duas entidades devem cooperar em uma agenda de pesquisa que atenda às necessidades das empresas familiares em Dubai.

Você acha que o Brasil também deveria seguir por esse caminho tendo em vista que aproximadamente 90% das empresas do país são familiares?

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Nesse sentido também, aconteceu no dia 31 de dezembro de 2020, o 13º Global Family Office Investment Summit, um encontro onde 250 family offices se juntaram a investidores globais, líderes de empresas a fim de discutir sobre temas relevantes socialmente, tais como o futuro do país, inteligência artificial, recolhimento e uso de dados para otimizar ciências, educação e co-investimento.

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