Chegar a uma cadeira de Conselho é uma conquista. Mas ocupar esse espaço de forma estratégica vai muito além de estar à mesa. É preciso ter preparo para contribuir, voz para se posicionar e autoridade para influenciar decisões.
Uma boa conselheira não precisa ter todas as respostas. Seu valor também está na capacidade de analisar cenários, ouvir diferentes perspectivas e fazer as perguntas certas. Muitas vezes, uma pergunta bem colocada amplia a discussão, revela riscos e contribui para decisões mais conscientes.
O preparo técnico é fundamental: conhecer governança, estratégia, finanças, riscos e o negócio. Mas existe outra dimensão igualmente importante: autoconhecimento e confiança.
Mulheres altamente qualificadas podem questionar a própria capacidade, minimizar suas conquistas ou hesitar no momento de expor uma opinião. Desenvolver autoconfiança, assertividade e reconhecer o valor da própria trajetória são passos importantes para transformar conhecimento em presença e influência.
Autoridade em um Conselho também se revela na forma de se comunicar: saber discordar com respeito, dizer “não” sem fechar portas, sustentar uma posição, escutar genuinamente e fazer perguntas que provoquem novas reflexões.
Ocupar um Conselho, portanto, não é apenas conquistar uma cadeira. É estar preparada para fazer diferença a partir dela.
Esse é um dos caminhos trabalhados na Formação Mulheres em Conselhos. Na aula Protagonismo Feminino em Conselhos, Daniela Forgiarini aprofunda temas como construção da confiança, autoconhecimento, Síndrome da Impostora, hábitos de linguagem autossabotadores, assertividade, a arte de fazer perguntas, liderança com propósito e as soft skills essenciais para conselheiras.
Porque presença abre espaço. Preparo, voz e autoridade transformam esse espaço em protagonismo.
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